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AS RELAÇÕES FAMILIARES NO TEMPO DA COMUNICAÇÃO VIRTUAL E O PAPEL DA ESCOLA

Postada: 23 de Agosto de 2009
Há alguns anos atrás, era comum entender a família a partir de dois elementos centrais: o pai e a mãe. O pai era o responsável pelos proventos e a mãe pela educação doméstica e os afazeres do lar. O tempo passou e muita coisa mudou. Hoje, pai e mãe, conjuntamente, são responsáveis pelo sustento da casa, pela educação dos filhos e, claro, pela realização pessoal de cada um. 
O modelo de constituição familiar também mudou. É cada vez mais comum vermos pais separados. Em alguns casos, os filhos ficam sob a responsabilidade do pai. Em outros, a maioria deles, sob a guarda materna. Nessas novas famílias entram em cena padrastos, madrastas e novos irmãozinhos  irmãos. Então, eis a pergunta: como fica a escola frente a esses novos papeis sociais?
Esta é uma questão importante e que está na pauta do Colégio Oficina. Há dois anos, o Colégio conta com a consultoria do psicólogo Alessandro Marimpietri, que, numa discussão aberta com as  orientadoras  e coordenadoras, dá as ferramentas para compreender as constantes mudanças pelas quais passam a família e, obrigatoriamente, a escola.
A necessidade e a urgência do trabalho – e até o advento da tecnologia – transformaram de forma singular a relação entre pais e filhos e, consequentemente, sua relação com a escola.
O diálogo, antes pautado no modo presencial, foi substituído pelos novos modos de convivência ditados pelos msn (serviços de mensagem instantânea) e sites de relacionamento, como o Orkut. Estes modernos instrumentos transformaram as formas de comunicação entre os indivíduos, deixando de ser presenciais para serem virtuais.
A escola tem sido atenciosa a estas mudanças, buscando, com o apoio e a instrumentação psicológica, se adequar às novas formas de comunicabilidade da sociedade contemporânea.
Na pauta das discussões que a Escola promove com a presença equpe pedagógica da casa e o psicólogo assessor, são discutidas a ansiedade, muitas vezes sofridas pelos pais que se vêm impossibilitados de acompanhar seus filhos de maneira presencial, modelo comum há dez, quinze anos atrás. Neste momento de transição, pais e escolas devem ficar atentos aos mínimos detalhes fornecidos pelos alunos.
O Colégio Oficina tem demonstrado especial atenção ao fato, ao conceder para cada série o acompanhamento de uma orientadora. Dessa forma, o colégio acaba por atribuir uma atenção especial aos seus alunos. Esta compreensão deste novo processo garante aos pais dos alunos do Colégio Oficina uma maior segurança, enquanto o mundo moderno segue transformando relações pessoais em virtuais.
 
Autor: Chico Castro Júnior

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