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Desafios científicos: por que participar?

Os Desafios e Olimpíadas do Conhecimento (ou Científicas) são competições intelectuais entre estudantes em âmbitos estadual, regional ou nacional nas quais os jovens têm a oportunidade não apenas de avaliar seu desempenho e conquistar medalhas, mas também de desenvolver novas habilidades e ampliar repertórios de experiências e saberes diversos. Em geral, as competições se dão através de avaliações teóricas (provas e produção de textos) e práticas.

Trata-se de situações de aprendizagem que acontecem para além dos limites das salas de aula e podem contribuir de inúmeras formas para o desenvolvimento e amadurecimento dos estudantes. Possibilitam aos alunos vivenciarem alguns processos avaliativos com instrumentos diversificados, abordagens variadas, (re)organizarem-se através de grupos de pesquisa e estudos e intensificarem o tempo dedicado aos estudos. Por acreditar nisso, o Oficina tem tradição em investir no estímulo e preparação dos alunos para vivenciarem estas experiências tão enriquecedoras.

Gustavo Kerner é ex-aluno, foi medalhista de ouro pelo Oficina na Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB), da Unicamp, e atualmente cursa Administração na USP. Gustavo participou de diversas olimpíadas em diferentes áreas do Conhecimento durante sua trajetória escolar e acredita que elas são oportunidades valiosas para lidar com os conteúdos vistos em sala, de outra perspectiva: “Em geral são assuntos que você já dá em sala, mas não naquele estilo de vestibular. A gente é desafiado a pensar ‘fora da caixa’ e isso é bastante estimulante. Auxilia também na hora de escrever uma redação, estimulando outras formas de enxergar as questões, menos cartesianas, e ampliando nosso repertório”.

Para o professor de História Joel Nolasco as Olimpíadas do conhecimento têm a vantagem de estimular o estudo, não apenas pela reprodução do conhecimento, mas fazendo com que o aluno busque a produção desse conhecimento, desenvolva sua autonomia a adquira habilidades e competências.

No Oficina, não há seleção prévia de participantes, exceto se o evento exigir quantidade limitada de inscritos. Acreditamos, de fato, que a experiência é válida e potencialmente enriquecedora para todo e qualquer aluno que se interesse, de modo que as oportunidades devem ser oferecidas de forma igualitária.

Uma carga horária específica com a supervisão de professores das respectivas áreas é destinada, no turno oposto ao das aulas, à preparação dos estudantes. Uma experiência que, ano a ano, vem rendendo não apenas medalhas e excelentes colocações, mas principalmente um incremento no desenvolvimento dos nossos alunos.

Parabenizamos a todos os participantes, que se desafiam investindo tempo e esforço por novos “territórios”  do conhecimento. Para além de medalhas e títulos, amadurecimento e experiência são as conquistas mais importantes.

Confira alguns dos nossos resultados, até o momento, em Olimpíadas 2019:

OLIMPÍADA CANGURU  DE MATEMÁTICA
MEDALHISTAS

  • Miguel Motti de Santana – 6D
  • Guilherme Santos Freitas – 7C
  • Caio Draco Araújo Albuquerque Galvão – 8B
  • Caio Von Czékus Flórez Cabalero – 8C
  • Davi Mengel Costa Coelho – 8C
  • Henrique Anunciação Velloso Silva – 1B
  • Keyla de Jesus Sacramento – 2B
  • João Luiz Araújo Albuquerque Galvão – 6A
  • Júlia Rocha Lucena – 6A
  • Helena Mariza Santa Cruz Freitas Junqueira Moreira – 6D
  • João Vicente Meira Farah Emiliano – 6D
  • Mateus Rocha Lima Ferreira – 6D
  • Raduan Lepikson Midlej – 7D
  • Diogo Coelho Castellanos – 8A
  • Luísa Vídero de Souza Santos – 8A
  • Luma Amarijo Serrão Meira – 8B
  • Ricardo Rocha Bulhões – 8B
  • Danilo Cadena Lima – 8C
  • Isaac Silva Xavier – 8C
  • Janaína Alves Bandeira – 8C
  • David Vaz Macedo – 1B
  • Lara Von Sohsten Ramalho Campinho – 1B
  • Lucas Reis Oliver – 1B
  • Lucca Miranda Nunes – 1B
  • Beatriz Calixto Ribeiro de Lima – 2B
  • Marina Vieira Ziemer – 2B

HONRA AO MÉRITO

  • Guilherme Calheira Sento-Sé Passos – 6A
  • João Rodrigues Queiroz – 6A
  • Lou Pasquali Pereira – 6A
  • Márcio Castro Sampaio – 6A
  • Maria Paula Rego Esper – 6A
  • Pietro Públio Diaz – 6A
  • Bruno Guimarães Bresser – 6C
  • Camila Moreira Martins Beserra – 6C
  • Mel Santa Rosa Beckerath – 6C
  • Sara Federico Povoas – 7A
  • Julia Lemos de Matos – 7D
  • Ângelo Gabriel Almeida Naglieri – 8B
  • João Vitor Guimarães Santos Rocha – 8B
  • Heitor Biagioni Candido – 8C
  • Bryda Liz Figueiredo Morais Peixoto – 9A
  • Carolina de Oliveira Rosa Villalva – 9A
  • Mariana Coelho Pereira Barbosa – 9A
  • Ícaro Cedraz de Oliveira Santos Almeida – 1B
  • Aline Nabuco Lima – 1C
  • Beatriz Latado Braga – 1C
  • Rafael Almeida Azevedo – 1C
  • Luca Torre Villela – 2A
  • Gabriel Sampaio Sobreira – 2B

OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA (OBMEP)
ALUNOS CLASSIFICADOS PARA A 2ª FASE

NÍVEL I

  • Márcio Castro Sampaio – 6o A
  • Ana Beatriz Froes Pituba – 6o B
  • Júlia Rocha Lucena – 6o A
  • João Luis Araújo Albuquerque Galvão – 6ª A

NÍVEL II

  • Caio Draco Araújo Albuquerque Galvão – 8ª B
  • João Vítor Guimarães Santos Rocha – 8ª B
  • Luísa Vídero de Souza Santos – 8ª A
  • Maria Fernanda Garcia Damaceno – 8ª C

NÍVEL III

  • Lucas Reis Oliver – 1ª B
  • Victor Guimarães Valle – 3ª B
  • João Pedro de Miranda Caldas – 3ª A
  • Ariele Samira Carneiro da Silva – 2ª B
  • Keyla de Jesus Sacramento – 2ª B
  • Lussier Pasquali Pereira – 3ª A

OLIMPÍADA BRASILEIRA DE FÍSICA
ALUNOS CLASSIFICADOS PARA A 2ª FASE

  • Alejandro Rodrigues Huerga
  • Arthur Ferreira de Amorim
  • Davi Roriz Oliveira
  • João Pedro Fernandes Gonçalves
  • Lucas Reis Oliver
  • Nathália Barros de Castro
  • Rafael Lins Queiroz dos Santos
  • Rafael Souza Santana
  • Eduardo Almeida Santos
  • João Pedro de Miranda Caldas

OLIMPÍADA NACIONAL EM HISTÓRIA DO BRASIL (UNICAMP)
EQUIPES NA GRANDE FINAL

Equipe III Triunvirato
Equipe Nísia Augusta

 

Gestor desperta alunos para uso da matemática no cotidiano

O Colégio Oficina se baseia na concepção de que a educação é um processo de vida e que a escola deve representar a vida prática presente no cotidiano dos alunos. O Gestor Financeiro, um dos principais projetos pedagógicos da escola, é responsabilidade do Departamento de Matemática e tem sido desenvolvido de modo a evidenciar a importância da matemática para o desenvolvimento de competências nas diversas áreas do conhecimento,  estimulando o interesse dos alunos pelos conteúdos matemáticos por intermédio de atividades significativas e possibilitando que eles enxerguem o valor e os usos da Matemática em situações reais de seu cotidiano.
O objetivo é que os alunos aprendam a organizar-se financeiramente para execução de outros projetos pedagógicos da escola, como o Oficina in Concert. O Gestor permite a aplicação do conhecimento lógico-matemático desenvolvido em uma prática sócio-política, desenvolve competências como planejamento, organização e administração de recursos financeiros, além de trabalhar conceitos como porcentagem, juros, inflação, receita, despesa, entre outros.
Todos os anos cada turma elege 2 representantes para cada projeto pedagógico, incluindo o Gestor, e estabelece quais as funções e metas para cada um deles. Em um segundo momento, os representantes apresentam à turma as planilhas de gastos dos anos anteriores para discussão, comparação e projeção de custos de cada projeto para o ano em vigor. A partir de então, os representantes-gestores traçam e apresentam à turma o plano de ação construído para cada um dos projetos, que em seguida se transforma em um plano mais amplo de ação, contendo a planilha geral de controle de custos de todos os projetos.
Todo o processo é acompanhado pelos respectivos professores de Matemática e coordenadores do Projeto, em um ciclo que tem como foco o ensino a partir da experiência, com vistas à construção de aprendizagens que sejam imbuídas de sentido para os nossos meninos e meninas.