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  • PROJETO PEDAGÓGICO

APRESENTAÇÃO

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Apresentação

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DO COLÉGIO OFICINA, antes de ser o cumprimento de uma formalidade legal, expressa na Lei 9394/96, Art. 12, que determina que as escolas de Ensino Fundamental e Médio elaborem seus respectivos projetos, é o registro das diretrizes e práticas desta Unidade de Ensino, contemplando: os docentes e técnicos, no universo educacional escolar em que atuam; os pais, na tomada de consciência da proposta teórico-metodológica, seguida pela Instituição à qual confiaram a educação escolar de seus filhos; os alunos, sujeitos e objetos da ação educativa, na compreensão das bases sobre as quais se assenta seu processo educacional. Enfim, tem como propósito servir de referência para atuação de todos os segmentos da comunidade escolar.

Do ponto de vista teórico, a proposta pedagógica que vem sendo desenvolvida no Colégio Oficina inspirou-se, basicamente, nas seguintes fontes: na pedagogia histórico-crítica, que vê o saber objetivo como questão fundamental do processo de educação formal; nos fundamentos do Construtivismo para apoiar o cotidiano didático-pedagógico, no sentido de conduzi-lo na direção de uma relação de construção do conhecimento sustentada pela interação entre sujeito e objeto, que tenha o professor como elemento mediador desse processo; e nas premissas das quatro aprendizagens aprender a conhecer, isto é, adquirir os instrumentos da compreensão; aprender a fazer, para poder agir sobre o meio envolvente; aprender a viver juntos, a fim de participar e cooperar com os outros em todas as atividades humanas; aprender a ser, via essencial que integra as três precedentes.

Dessa forma, a proposta curricular do Colégio Oficina tem-se pautado em dois aspectos: na ideia de que os conteúdos formais devem ser significativos para o aluno e para a sociedade como um todo, portanto, contextualizados e, acrescidos de conteúdos relacionais, de vivências, de atitudes e de valores, inclusive, da “prática de pensar a prática”, como diz Paulo Freire.

Por fim, o projeto político-pedagógico que está sendo apresentado não deve ser visto como algo acabado e concluído, que requer apenas execução, mas como um processo inconcluso, uma etapa em direção aos desafios e finalidades, estabelecidas como horizonte da escola.

Muito se tem debatido acerca dos novos desafios impostos à educação com o advento da contemporaneidade. Num contexto de mundo marcado por incertezas, a velocidade dos acontecimentos exige novas configurações educacionais para dar conta de uma realidade em constantes e profundas mutações. Trata-se do chamado mundo líquido moderno, tal como cunhado pelo sociólogo polonês Zygmunt Bauman, que vem sendo marcado por mudanças estruturais no âmbito econômico, social, político e cultural com efeitos globais, lançando assim uma série de novos desafios ao homem contemporâneo. Nasce daí a exigência não apenas de novos saberes, mas, principalmente, de novas formas de se relacionar com o saber. A tradição escolar no Brasil e no mundo, herdada do século XIX, coloca o ensino de conhecimentos como centro de suas atividades. Nesta tradição, o conhecimento aparece como algo estável a ser assimilado pelas novas gerações para dar continuidade ao processo de sua construção.

No contexto atual, porém, tendo em vista a velocidade de produção e circulação de conhecimentos novos, há uma necessidade de se pensar o deslocamento dessa centralidade para a aprendizagem e, portanto, para o desenvolvimento de habilidades e competências necessárias à produção de conhecimentos. 

HISTÓRICO

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Histórico

No ano 2000, foi elaborada primeira versão do Projeto Político Pedagógico do Oficina com a efetiva participação de todos os atores da Instituição, ancorado nos pressupostos das teorias modernas da educação, além das diretrizes preconizadas na legislação em vigor e nos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNS – para o Ensino Fundamental e Ensino Médio.

A prática cotidiana em salas de aula dos Ensinos Fundamental e Médio já indicou que a escola deixou de ser apenas  um lugar de aquisição do conhecimento clássico, mas também do exercício da multidisciplinaridade e contextualização do conhecimento, eixo fundamental do Projeto Pedagógico.

Para a consecução destes pressupostos, ações foram planejadas e executadas pelos professores, supervisores, coordenadores, orientadores e alunos que, juntos, elaboraram PROJETOS, para trabalharem anualmente com temas transversais, buscando dar unidade às diferentes áreas de produção de conhecimento da Escola.

O Colégio Oficina já aplica a metodologia de projeto desde 1997, trabalhando com eixos temáticos atuais, de suma relevância para a formação do cidadão – Confira o histórico dos temas do ano na aba abaixo.

O Projeto Político Pedagógico é revisado periodicamente, operacionalizado através de diferentes estratégias didáticas, centradas nos métodos ativos, globalizadores, em que  o aluno é o foco das atenções e o que mais importa para os professores é o processo de construção – a aprendizagem. Nessa perspectiva são desenvolvidos, no bojo do Projeto Político Pedagógico, projetos temáticos interdisciplinares, durante todo ano letivo, que dão sustentabilidade à proposta pedagógica, operacionalizados em forma de projetos de pesquisa, de aprendizagens e de empreendimentos.

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

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FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Entre os elementos que possibilitam o êxito de uma proposta pedagógica está a definição do seu quadro referencial teórico, que deve ter como objetivo a explicitação dos principais conceitos, tomados como meio para as ações e intervenções no processo ensino-aprendizagem e fornecer as linhas gerais da estrutura do projeto.

Do ponto de vista das teorias pedagógicas, esse projeto é marcadamente polifônico, no sentido de que ele abarca as contribuições de várias correntes pedagógicas. Essas teorias são a pedagogia histórico-crítica, o construtivismo e o recente movimento da ecopedagogia, sem deixar de lado um pensar a educação do futuro sob o prisma das categorias abaixo destacadas:

a) Cidadania. Nessa categoria, o foco da discussão está voltado para a exclusão social e para o envolvimento do processo educativo na construção de uma cidadania ativa e plena, que visa à conquista e construção de novos direitos, bem como de novos espaços de exercício.

b) Planetariedade. Pensar a Terra como um novo paradigma, buscando um modelo de desenvolvimento comprometido com a preservação da vida no planeta, não apenas no sentido dos cuidados com a natureza (ecologia natural), mas de arquitetar um novo modelo de civilização sustentável do ponto de vista ecológico (ecologia integral).

c) Globalização. O fenômeno da globalização tem atingido a política, a economia, a história, a cultura e, também, a educação. Pensar e discutir a questão da globalização abre espaço para o debate sobre os seus efeitos: o desemprego; o aprofundamento das diferenças entre países ricos (globalizadores) e países pobres (globalizados); perda de poder e autonomia dos países que sofrem a globalização.

d)Transdisciplinaridade. Ao lado de termos como transversalidade, multiculturalidade, transculturalidade, essa categoria tem aparecido, com freqüência, nas discussões sobre as novas tendências da educação. É preciso construir um projeto pedagógico interdisciplinar, relacionando multiculturalidade e currículo.

e) Dialogicidade, dialeticidade. Não se pode negar a atualidade de certas categorias freireanas e marxistas, a validade de uma pedagogia dialógica ou da práxis. A educação para o próximo milênio continuará incorporando esses dois paradigmas como base de uma proposta pedagógica democrática.

f) Virtualidade. A discussão dessa categoria pressupõe o debate em torno da virtualidade como uma dimensão do mundo pós-moderno e suas conseqüências, particularmente, para a educação, no que diz respeito à utilização dos computadores e da Internet, bem como a sua influência na aprendizagem e no trabalho do professor.

Aliada às categorias enunciadas acima e compondo o quadro referencial teórico que sustenta essa proposta pedagógica, está a pedagogia histórico-crítica. Historicamente, ela se situa no contexto dos debates travados nos anos 80, quando o marxismo era a tônica das discussões teóricas, no âmbito das várias ciências, e a educação não escapou de sua forte influência. Segundo Dermeval Savianni, a expressão pedagogia histórico-crítica pode ser traduzida… 

“pelo empenho em compreender a questão educacional a partir do desenvolvimento histórico objetivo. (…) o que não é garantido pela natureza tem que ser produzido historicamente pelos homens; e ai se incluem os próprios homens. Podemos, pois, dizer que a natureza humana não é dada ao homem, mas é por ele produzida sobre a base da natureza bio-física. Conseqüentemente, o trabalho educativo é o ato de produzir, direta e intencionalmente, em cada indivíduo singular, a humanidade que é produzida histórica e coletivamente pelo conjunto dos homens”.

Recorrendo às objeções e dicotomias levantadas pelos críticos da Pedagogia Histórico-Crítica e contestada pelo seu formulador, Dermeval Saviani, melhor se pode estabelecer seus pontos mais fundamentais, vistos como elementos que a identificam e a distinguem de outras correntes pedagógicas.

• Forma e conteúdo: a ideia de que a pedagogia histórico-crítica dá demasiada ênfase aos conteúdos, colocando em segundo plano as formas, os processos e os métodos pedagógicos, é falsa. Diferentemente do cientista, que vê o saber como um fim, o professor vê o saber como um meio para o crescimento do aluno e as formas, os métodos, os processos só têm sentido se possibilitam seu acesso ao conhecimento. Isto significa dizer que o método é essencial na condução do aluno ao saber elaborado e sistematizado que a escola deve transmitir.
•Socialização versus produção do saber: o fato de a pedagogia histórico-crítica defender a socialização do saber elaborado tem sido tomado, equivocadamente, como uma volta a posição tradicional, de origem durkheimiana, de que a função da escola é socializar. A então proposta de socialização do saber sistematizado, pela escola, apoia-se na concepção dialética da história e na crítica marxista à sociedade capitalista. Segundo Saviani:

“o saber produzido socialmente é uma força produtiva, é um meio de produção. Na sociedade capitalista, a tendência é torná-lo propriedade exclusiva da classe dominante. Não se pode levar essa tendência às últimas conseqüências porque isso entraria em contradição com os interesses do capital. Assim, a classe dominante providencia para que o trabalhador adquira algum tipo de saber, sem o que ele não poderia produzir; se o trabalhador possui algum tipo de saber, ele é dono da força produtiva e no capitalismo os meios de produção são propriedade privada! Então, a história da escola no capitalismo traz consigo essa contradição“.
No tocante à produção do saber, é preciso distingui-la da elaboração do saber. A primeira tem um caráter social e se dá no interior das relações sociais, enquanto a segunda implica expressar de forma elaborada o saber que surge da prática social. Se a escola não possibilitar o acesso aos instrumentos para elaboração desse saber, os trabalhadores continuariam a contribuir para a produção do saber e estariam impedidos de ascender ao nível da elaboração do saber.

• Saber versus consciência: a ideia de que a pedagogia histórico-crítica estabelece uma primazia à aquisição de conhecimentos em detrimento de uma consciência crítica é falsa. Não é possível ter acesso ao saber de forma inconsciente, como, também, é possível desenvolver a consciência à margem do saber.

• Saber acabado versus saber em processo: entre as críticas feitas à pedagogia histórico-crítica está a de que ela tem uma visão do saber como algo definitivo e acabado, tratando-se apenas de transmiti-lo. Nada mais falacioso. Para a pedagogia histórico-crítica, a produção do saber é histórica, portanto não é obra de cada geração independente das demais. O problema da pedagogia é justamente permitir que as novas gerações se apropriem, sem necessidade de refazer o processo, do patrimônio da humanidade, isto é, daqueles elementos que a humanidade já produziu e elaborou.

• Saber erudito versus saber popular ou ponto de partida versus ponto de chegada: essa dicotomia pressupõe entender o saber erudito como o saber da dominação e o saber popular como o saber autêntico, próprio da libertação. Isto se constitui numa concepção equivocada do que seja cultura erudita e cultura popular:
Nem o saber erudito é puramente burguês, dominante, nem a cultura popular é puramente popular. A cultura popular incorpora elementos da ideologia da cultura dominante que, ao se converterem senso comum, penetram nas massas.(…) A cultura popular, do ponto de vista da escola, é da maior importância enquanto ponto de partida. Não é, porém, a cultura popular que vai definir o ponto de chegada do trabalho pedagógico nas escolas. Se as escolas se limitarem a reiterar a cultura popular, qual será sua função?
Dentro da pedagogia histórico-crítica, a competência técnica, ou seja, o saber fazer do professor e o seu compromisso político assumem papel de destaque. A competência técnica não subordina o compromisso político nem o precede. Ela é enunciada como uma categoria mediadora, isto é, ela está no meio do compromisso político, possibilitando-o e realizando-o: a competência técnica é, pois, necessária, embora não suficiente para efetivar na prática o compromisso político assumido teoricamente.
Se da pedagogia histórico-crítica foram retiradas às bases políticas e filosóficas desta proposta, do construtivismo e de suas várias leituras, buscaram-se os fundamentos para a concepção de conhecimento, para o conceito de aprendizagem, de avaliação e a noção de interdisciplinaridade, como elementos de apoio para as relações pedagógicas que se desenrolam na sala de aula.
A opção por essa base epistemológica significa uma tendência a fugir cada vez mais do paradigma da pedagogia tradicional, baseada no empirismo e nas suas práticas.

Como movimento pedagógico, tem um caráter social e político e se traduz por uma pedagogia para o desenvolvimento sustentável. Dentro dessa perspectiva, a ecopedagogia nasceu no seio da sociedade civil e decorre de sua aceitação de uma parcela da responsabilidade diante da degradação do meio ambiente e de sua percepção de que é preciso uma ação efetiva para combatê-la.

Enquanto abordagem curricular, a ecopedagogia propõe que os currículos incorporem certos princípios por ela defendidos, no sentido de que eles sejam orientados não só para conteúdos significativos para o aluno, mas também, para a saúde do planeta; não se concentre na memorização dos conteúdos clássicos, mas reconheça nas formas de relações, nas vivências, nas concepções filosóficas e éticas, também, conteúdos.

A opção por inserir a ecopedagogia como embasamento teórico e prático da proposta curricular do Colégio Oficina, à primeira vista, pode parecer apenas o acolhimento de uma tendência contemporânea da educação para as próximas décadas, entretanto, se constitui em uma posição político-ideológica, que percebe a questão ambiental como o problema de maior alcance global e que o seu equacionamento poderá significar o exercício de uma solidariedade global. Acrescente-se a isso o ponto de vista de Boaventura Santos a respeito da degradação ambiental: por absurdo que pareça, depois do colapso do comunismo, a capacidade de poluição é talvez a única ameaça credível com que os países do Sul podem confrontar os países do Norte e extrair deles algumas concessões.

Objetivos do Projeto Político Pedagógico

• Assegurar aos alunos uma educação básica de qualidade, através do diálogo, da troca informações e saberes e na construção de conhecimentos historicamente acumulados pela humanidade.    
• Garantir a formação geral do aluno, através de ações teóricas e práticas, transdisciplinares, democráticas e inclusivas, visando à continuidade de estudos e/ ou ingresso em Instituições de Ensino Superior.
• Promover a convivência harmônica entre alunos e pessoas com necessidades especiais, considerando às diversidades (de cultura, de raça, de religião, de gênero) num ambiente de paz e de respeito pelas diferenças e preferências.
• Adotar metodologias de ensino diversificadas e ativas que estimulem o exercício do raciocínio, a experimentação, a resolução de problemas, tendo em vista a formação do cidadão crítico, criativo e agente de transformação.
• Valorizar a cultura afro-brasileira, as diferentes linguagens e manifestações populares e artísticas, visando à articulação entre a teoria e a prática e ao desenvolvimento de competências significativas e duradouras.
• Disponibilizar aos alunos novos espaços e projetos de aprendizagens que promovem autoestima, a convivência harmônica com as diversidades (de cultura, de gênero…), tendo em vista a melhoria do atendimento e o exercício da cidadania planetária.
• Implantar projetos interdisciplinares/ ações de intervenção na realidade social, a partir de parcerias com ONG, em projetos de solidariedade e conscientização política.
• Realizar eventos/ cursos de atualização profissional para funcionários/ professores, visando ao aprimoramento de suas práticas de trabalho.
• Promover campanhas de marketing, novas estratégias financeiras e de ensino, visando à ampliação dos serviços e da matrícula de alunos.
• Monitorar, através de instrumentos, entrevistas e registro de observações, o impacto, resultados das ações gerenciais e curriculares, tendo em vista a retroalimentação do planejamento/ execução e a avaliação do Projeto Político Pedagógico.

Valores

Para consecução desses objetivos, concebidos à base do exercício da cidadania, pretende-se reforçar atividades, atitudes de construção de valores como: saúde/ higiene pessoal, social e planetária, justiça e equidade, solidariedade, cooperação, respeito mútuo e respeito aos direitos humanos e ao desenvolvimento sustentável.

PROPOSTA CURRICULAR

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PROPOSTA CURRICULAR

Em breve…

PROJETO PEDAGÓGICO TEMA DO ANO

O Colégio Oficina já aplica a metodologia de projeto desde 1997, trabalhando com eixos temáticos atuais, de suma relevância para a formação do cidadão

Temas Anteriores

TEMAS DO ANO

  • 1997 – A TERRA SERÁ O QUE SÃO SEUS HOMENS;
  • 1998 – O MUNDO NÃO DEVE TER FRONTEIRAS MAS HORIZONTES;
  • 1999  TAREFA: CONFIAR,À GENTE EXAUSTA O PLANO DE UM NOVO MUNDO MAIS HUMANO;
  • 2000 – QUEM SABE, FAZ A HISTÓRIA, NÃO ESPERA ACONTECER;
  • 2001 – POR UM CONSENSO MÍNIMO ENTRE OS HOMENS;
  • 2002 – BAHIA, BAHIA, QUE LUGAR É ESSE?;
  • 2003 – SOY LOCO POR TI AMÉRICA;
  • 2004 – VIVA O POVO BRASILEIRO;
  • 2005 – TERRA, AR, FOGO, ÁGUA: A CELEBRAÇÃO DA VIDA;
  • 2006 –REVOLUÇÕES;
  • 2007 – JUVENTUDE;
  • 2008 – ÁFRICA: “Em que espelho ficou perdida a minha face”. Cecília Meireles;
  • 2009 – UTOPIAS: “Somos realistas, queremos o impossível”;
  • 2010 – GRANDE SERTÃO: VEREDAS;
  • 2011 – MÚSICA: Diversidade e Identidade;
  • 2012 – CINEMA;
  • 2013 – UM MERGULHO NAS ARTES VISUAIS;
  • 2014 – SÉCULO XXI: TEMPO DE MUTAÇÕES;
  • 2015 – CULTURA POPULAR;
  • 2016 – PALAVRA TEM PODERES
  • 2017 – VOCÊ TEM FOME DE QUÊ?
  • 2018 – BRASIL: QUANDO VI VOCÊ ME APAIXONEI

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