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A arte existe porque a vida não basta

“A arte existe porque a vida não basta” – Foi assim que Ferreira Gullar, poeta, jornalista, crítico de arte e imortal da Academia Brasileira de Letras resumiu a importância fundamental dessa forma de expressão da subjetividade humana.

E é apostando na arte como vetor de transformação e desenvolvimento dos nossos jovens, que o Colégio Oficina promove uma série de iniciativas para viabilizar aprendizagens significativas por intermédio da arte.

Oficina conquista melhor colocação da Bahia na OBG!

OBG – OLIMPÍADA BRASILEIRA DE GEOGRAFIA

Mês da Consciência Negra: Promovendo uma educação antirracista.

De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no 2º trimestre de 2022, o Brasil conta com 55,8%, ou seja, mais a metade de sua população negra.

No país, todos os anos o mês de novembro é marcado por eventos e celebrações, em uma campanha que tem como objetivo promover reflexões sobre a contribuição da cultura negra em nossa sociedade.

A partir de 2003, com a promulgação da Lei Federal 10.639 que instituiu o ensino de história e cultura afro-brasileira nas escolas, o dia 20 de novembro foi incluído nos calendários escolares. Mas apenas em 10 de novembro de 2011, com a lei 12.519, a data foi finalmente oficializada como “Dia Nacional de Zumbi” e “Dia da Consciência Negra” em todo o Brasil.

A escolha é uma referência à morte de Zumbi dos Palmares, principal líder do Quilombo dos Palmares, que se localizava na Serra da Barriga, interior de Alagoas, e faleceu nesta data, em 1695.

De acordo com a Fundação Cultural Palmares, instituição pública do Ministério da Cultura, “A Consciência Negra simboliza o entendimento que, sobretudo, as pessoas negras possuem sobre o valor da sua cultura e a importância de se reconhecerem como indivíduos que possuem direitos, como qualquer outro. Dessa forma, a busca pela justiça e igualdade se tornou uma luta mais que necessária”.

O Colégio Oficina realizou uma série de atividades engajadas com a campanha do “Novembro Negro”, no intuito de seguir promovendo uma educação antirracista, rememorando e colocando em evidência as lutas e resistências da população negra contra o racismo, preconceito, discriminação racial e desigualdades sociais.

Confira algumas destas atividades, que foram disponibilizadas para todos os públicos da escola – desde alunos(as), familiares e professores(as), a funcionários de todos os setores da escola.

  • Mostra Artística de obras do artista visual e arte – educador Engelis Oliveira de Jesus “Feijão”. Licenciado em Desenho e Plástica pela Escola de Belas Artes da UFBA, Especialista em Arte e Patrimônio Cultural pela Faculdade do Mosteiro de São Bento do Salvador e Mestre em Educação pela Universidade de Santiago do Chile, ele atualmente leciona Arte com ênfase em História da Arte em instituições de educação da rede privada para o ensino médio e ministra aulas de Artes Plásticas para estudantes da educação infantil e do ensino fundamental – I e II da Rede Municipal. Como artista, Engelis menciona que sua produção é fruto de experiências estéticas e afetos com as culturas, tradições, e sobretudo, religiosidade afro-baiana, bem como do encontro entre a metrópole soteropolitana e o Recôncavo baiano, lugar de signos e símbolos de pertencimento, afinal, lá se encontram suas matrizes familiares e os principais pilares de suas criações.
  • Painel “Notícias Pretas na Linha Do Tempo” – Exposição com resgate de marcos da história do povo negro no Brasil.
  • Atividade de Mancala para alunos(as) de 6º e 7º anos, com Júnior Ornelas. Mancala é um jogo que teve origem no Egito, considerado um dos mais antigos do mundo, praticado na África e Caribe. O objetivo é acabar com maior número de peças, tendo cada jogador um lado no tabuleiro com 6 calas e uma cava.   
  • Palestra “Juventude preta e justiça social”, com Felipe Santos, para alunos(as)  do 9º ano, E. Médio e turmas do + ENEM.
  • Aula Narrativa e Experimentação sobre a capoeira com Siamês e Fiapo, da ONG Escola de Capoeira Dendê de Aro Amarelo,  para alunos(as) do 8º ano.
  • Palestra com representante da comissão antirracista da OAB sobre o Projeto “OAB Gira Escola” e Aplicação de Quis, para alunos(as) da 1ª e 2ª séries
  • Palestra para professores com Camila Carneiro, representante da OAB – BA, advogada Especialista em Direito do Estado, Diretos Humanos, Inclusão Social e Diversidade, Professora, Palestrante, Assessora, Consultora em Gestão, Projetos e Carreiras da Administração Pública, Advocacia para Mulheres com Perspectiva de Gênero e Raça, Presidenta da Comissão de Promoção da Igualdade Racial da OAB Bahia e Presidenta da Associação da Advocacia Negra – ANAN na Bahia.
  • CINE debate e roda de conversa para funcionários(as) de todos os setores com o professor Lourival, ativista do Movimento Negro, Professor de Língua Portuguesa das redes pública e privada de educação em Salvador, Especialista em Estudos Linguísticos e Literários e Mestre em Linguística Aplicada pela UFBA, pesquisador na área de Leitura Crítica, Análise Crítica do Discurso e Letramentos Racial e de Reexistência.
  • Oficina Bonecas Abayomi – Construção e/ou resgate de identidades, para famílias e alunos(as), com a artista educadora Lorena Bastos, com objetivo de possibilitar conhecimento sobre cultura afro-brasileira e história de luta e resistência das mulheres negras aos processos de desumanização da mulher e das crianças negras, assim como proporcionar reflexões sobre a construção de identidades, considerando a representação simbólica e política das bonecas negras.
  • Roda de Conversa com Eduardo Oliveira, com o tema “Entendendo a Branquitude. Como as pessoas brancas podem se tornar aliadas da causa Antirracista Atividade para docentes”,  indicação da comissão Antirracista de famílias do Colégio Oficina. Eduardo Oliveira é graduado em Filosofia pela Universidade Federal do Paraná (1997), especialista em Culturas Africanas e relações interétnicas da educação brasileira pela Unibem (1998), mestre em Antropologia Social pela Universidade Federal do Paraná (2001) e doutor em Educação pela Universidade Federal do Ceará.

Roda de Conversa debate Violência nas Escolas

Encontro com pneumologista aborda riscos da nicotina

No mês de agosto, tivemos a presença da médica pneumologista Andréa Barral, para atividadez com as turmas do 9º ano, 1a e 2 série sobre os riscos da nicotina. Este tema foi discutido, inicialmente, durante as aulas de Ciências, Química e Biologia das respectivas séries, integrado a assuntos que os estudantes já estavam trabalhando em sala e está intimamente relacionado com uma preocupação crescente no Brasil e no mundo, no que se refere ao avanço do uso da substância, principalmente por meio de dispositivos eletrônicos.

O tema reflete uma preocupação cada vez maior dos órgãos de saúde em relação ao tabagismo e como o avanço do uso desses dispositivos é uma preocupação crescente em todo o mundo, devido ao fato de que os mesmos estimulam o uso subsequente do cigarro tradicional, principalmente em adolescentes e adultos jovens.

Para trazer uma contribuição ainda mais profunda e especializada, convidamos a médica pneumologista Andréa Barral para uma conversa com os(as) estudantes, estimulando o debate, promovendo conscientização e repertoriando nossos(as) jovens com informações de qualidade sobre um tema tão atual e relevante para a saúde pública. Considerando que informações e alertas sobre os riscos da nicotina devem ser amplamente difundidos, não apenas entre os(as) jovens, mas em toda a sociedade, realizamos um encontro voltado também à equipe técnica da nossa comunidade, em que tivemos a participação do psicólogo Dr. Alessandro Marimpietri e, mais uma vez, a médica pneumologista Andrea Barral.

Alunos do Centro de Formação da Vila conhecem Práticas Antirracistas do Oficina

O Centro de Formação da Vila foi fundado em 1980 junto com a Escola da Vila (SP), com o propósito de produzir e compartilhar conhecimento pedagógico para colaborar na construção de competências profissionais e promover inovações educativas como instrumentos para a formação do pensamento crítico e o exercício pleno da cidadania.

A instituição é referência de base construtivista no campo da formação de professores, reconhecida pela excelência e vanguarda na produção e disseminação de conhecimentos pedagógicos que relacionam teoria e prática.

Um dos cursos em andamento oferecido pelo Centro é o de “Educação Antirracista”.  O programa incluiu uma viagem de “imersão” para os/as participantes, que vieram a Salvador conhecer algumas práticas Antirracistas em escolas da nossa cidade.

Com muita satisfação nós, do Colégio Oficina, recebemos a proposta de acolher este grupo de educadores, para apresentarmos algumas das ações, projetos e iniciativas que, ao longo de nossa história, têm sido desenvolvidas no sentido da construção de um projeto de Educação Antirracista.

O encontro foi incrível, com muitas trocas e aprendizagens mútuas.

CONESCO chegou à 27ª edição com tema “Comunicação”

O Congresso de Estudantes do Colégio Oficina (CONESCO) chegou à 27ª edição no último sábado e ampliou os debates sobre o tema do ano: “Comunicação: Interligando Mundos”.

O CONESCO é uma das datas mais importantes do nosso calendário escolar e tem como objetivo fomentar, através da organização de mesas redondas, a reflexão e o debate entre alunos, professores e palestrantes a respeito do tema do ano e subtemas das turmas.

A organização do CONESCO fica a cargo dos próprios alunos, que, com supervisão da coordenação, vivenciam todas as etapas de preparação do evento, desde o planejamento, escolha e convite dos palestrantes, receptivo, ambientação das salas e criação de instalações artísticas por série.

Cria-se, assim, um espaço de reflexões e debates visando ao aprofundamento teórico a respeito do tema e subtemas, ampliando o repertório de conhecimentos que serão, ao fim do ano, traduzidos pelos alunos e alunas para as variadas linguagens artísticas no palco do nosso projeto final, o Oficina in Concert. 

Em quase 35 anos investindo em uma pedagogia de projetos, o Colégio Oficina já propôs temas relevantes, como “O mundo não deve ter fronteiras, mas horizontes” (1998), “Bahia, Bahia, que lugar é esse?” (2002), “África: em que espelho ficou perdida a minha face?” (2008), “Um mergulho nas artes visuais” (2013), “Cultura Popular” (2015), “Terra e Cidadania” (2020/2021), entre muitos outros.

Em 2023 chegamos à 27ª edição com o tema “Comunicação – interligando mundos”, inicialmente proposto pelo parceiro e ex-professor da casa, Marcelo Faria, e desenvolvido posteriormente pela coordenadora Cláudia Cely junto a uma comissão de professores.

De acordo com Cláudia, é inevitável não reconhecer a conexão entre os mundos na atualidade e a educação escolar também precisa estar contextualizada para que o trabalho educacional corresponda aos anseios sociais no que tange à formação dos sujeitos.

“A escola não se limita à transmissão de informações centrada na linguagem verbal e não-verbal. Faz-se necessário um mergulho na história da comunicação no mundo e, especialmente, no país com o intuito de compreender os encadeamentos diante de novos modos de se comunicar da sociedade contemporânea e, a partir do conhecimento histórico, compreendermos mais e melhor os mundos em que estamos”, explica.

A ex-aluna Fernanda Vilela, que hoje é professora de História da escola e participou pela primeira vez do projeto desta perspectiva docente, conta como se sentiu: “O que resume a minha experiência hoje no Conesco é a palavra Emoção. Eu, que me formei no Oficina, vivi essa experiência por alguns anos, sou muito grata por estar aqui, agora, do outro lado”.

O jornalista Cristiano Gobbi também participou do projeto de uma nova perspectiva este ano. Ele, que tem dois filhos na escola, afirma: “Já vivo o CONESCO em casa há alguns anos. Hoje, estou aqui não só como pai, mas como palestrante para falar sobre esse tema tão fundamental e importante para todos, que é a Comunicação. Vê-los assim, esmiuçando essa temática e trabalhando com as nuances da comunicação é muito gratificante para o pai e para o jornalista que eu sou.”

O aluno Heitor Simões, recém chegado ao 6º ano do Ensino Fundamental, se mostra  emocionado após viver sua primeira experiência com o projeto: “Eu não tinha noção de que tinha algo tão incrível, criativo e cheio de vida como o Conesco aqui no Oficina”!

Para Nehanda Lima, da 1ª série do E. Médio, “É muito gratificante chegar ao final do Conesco e ver toda a sala ambientada, todo o trabalho em conjunto que a turma teve para entregar aquilo. É muito emocionante e gratificante. Maria Clara Ribas, também da 1ª série, concorda: “ Todo ano eu vejo que a minha turma fica muito mais unida depois do Conesco”. 

Sara Póvoas, da 2ª série, complemente: “O Conesco é um projeto muito especial em que temos que contar com a participação e o trabalho em equipe de toda a turma e de todas as séries.” Um projeto que estimula o trabalho em equipe, amplia repertório, trabalha conteúdos e habilidades ao mesmo tempo em que proporciona aos meninos e meninas do Oficina um primeiro contato, ainda nos anos iniciais da vida estudantil, com um modelo de evento acadêmico – o Congresso – tão importante e enriquecedor.

palestrantes convidados Conesco 2023

PALESTRANTES 6ºA

Ana Rosa Mendes –  Bacharel em Turismo (FACTUR/BA); Pós Graduada em Gestão de Serviços em Hospitalidade (Anhembi/SP); Facilitadora de Desenvolvimento Comunitário (Portal Vida/CE); Facilitadora de Biodanza em Titulação (Escola Baiana de Biodanza/BA); Idealizadora do Projeto Eu e Tu- Arte do Encontro, que consiste no desenvolvimento pessoal e social de diferentes públicos, a partir das metodologias participativas de educação e da facilitação de movimentos biocêntricos como tecnologia pedagógica.

Carla Bittencourt. Nasci em Salvador, Bahia, onde vivo. Sou geminiana, torço para o Bahia e sou mãe de Joaquim, um menino muito esperto de 7 anos de idade. Minha profissão é jornalista, formada pela Universidade Federal da Bahia. Por 15 anos, atuei como repórter e depois como editora no jornal A Tarde, onde passei pelos suplementos juvenil (Caderno Dez!) e infantil (A Tardinha) e também pela Revista Muito. Depois do A Tarde, fiz parcerias com o Correio, onde publiquei especiais multimidia voltados para a Primeira Infância como bolsista da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos. Há cinco anos, faço parte da Comunicação da escola Gira Girou, onde sou responsável pelas redes sociais e desenvolvo um trabalho com as crianças. Estamos construindo uma redação na escola, e meninas e meninos são repórteres de suas pesquisas, vivências e experiências, noticiadas em jornal, revista e podcast. Também sou jornalista no projeto Auts, que aborda o autismo de forma política e lúdica para crianças e famílias, mostrando a importância de lutar por uma sociedade anticapacitista. Escrevo ficção para crianças e tenho dois livros publicados. 

PALESTRANTES 6ºB

Tarsila Licenciada e Bacharel em Ciências Biológicas pela Unijorge.

Pós-graduada em Docência em Libras pela Uníntese com Proficiência como tradutora /intérprete de Libras.

Oitos anos de experiência na área de Inclusão.

Experiência de tradução em Libras de espetáculos musicais, shows. Atualmente trabalha como Tradutora/Intérprete de Libras no contexto de inclusão.

Valéria Ettinger Nascida em uma família de artistas, filha de Edilda e Alberto Estaine Ettinger, criada no meio dos bichos que falavam, dos homens simples das roças de cacau do Sul da Bahia. Uma menina inventiva, alegre, sorridente e sensível, muito curiosa queria saber das coisas, até que adultizou e se perdeu por um tempo no mundo da realidade, fez Direito pela Universidade Católica de Salvador (UCSAL), tornou-se Mestre em Desenvolvimento e Gestão Social, já foi professora universitária, escreve artigos quando os fatos a incomodam e está Servidora Pública do Estado da Bahia. Sua mente inquieta de buscadora não parou enquanto não descobrisse as razões por detrás das dores, conflitos e sentimentos e passou a se relacionar profundamente com as Constelações Familiares e o Direito Sistêmico. E sua alma alegre encontrou a Companhia Teatro Griô para sair por ai contando as histórias das gentes, dos bichos, das forças da natureza e das almas.

Luiz Claudio Cajaíba Soares É diretor e professor titular da Escola de Teatro da UFBA. Coordenador Pedagógico do Curso Licenciatura em Teatro EAD. Formação – É bacharel em Artes Cênicas – Interpretação Teatral (ator) pela Universidade Federal da Bahia (1992). Tem mestrado em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela UFBA (1997). É doutor em Artes Cênicas pela UFBA, com sanduíche na Universidade Livre de Berlim (2005). Fez pós-doutorado pela FAPESB/PPGAC/UFBA.

PALESTRANTES 6ºC

Fabrício Simões é formado inicialmente em Ciências Econômicas pela UESC – Universidade Estadual de Santa Cruz. Posteriormente, mudou sua área de atuação, fez curso de Formação Profissional e Pós-Graduação em Terapia Transpessoal.

Como Orador realizou sua primeira palestra em 1993, aos 18 anos de idade, e de lá para cá se apresentou para diversos públicos em temáticas variadas.

Atua como Palestrante Motivacional e Espiritualidade / Instrutor Comportamental / Mestre de Cerimônias / Celebrante de Casamentos.

Como Terapeuta Transpessoal atende na clínica há 11 anos. Seu maior propósito profissional é apoiar o ser humano a desenvolver sua potencialidade, ampliando sua consciência pessoal e coletiva, bem como a responsabilidade como agente transformador da vida.

Myrian Crusoé Sales. Doutora em Língua e Cultura pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Mestra em Língua e Cultura (UFBA), Especialização em Estudos Literários pela Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). Possui graduação em Letras, habilitação em Português/ Inglês – Licenciatura Plena pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Atualmente, é Professora do Ensino Médio com Intermediação Tecnológica (Emitec) do Governo do Estado da Bahia, Professora Formadora de Língua Portuguesa pelo Instituto Chapada de Educação e Pesquisa (ICEP) e Tutora Online do Curso de Licenciatura em Letras/Inglês da Universidade Estadual da Bahia (UNEB). Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Compreensão e Produção Textual, Literatura e Mídias na Educação. Membro do Núcleo de Pesquisa do Discurso (NUPED – UFBA). Pesquisa sobre os conceitos de Bakhtin como texto, sujeito responsivo e relação exotópica na Linguística Textual.

PALESTRANTE 6ºD

Ludmila Moreira Macedo de Carvalho é jornalista, formada em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal da Bahia. Possui mestrado em Comunicação e Cultura Contemporâneas (UFBA) e doutorado em Estudos Cinematográficos pela Université de Montreal – Canadá. Atuou como jornalista e crítica de cinema em jornais, revistas e websites. É Professora Adjunta do Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). Ministra disciplinas de Letramento Acadêmico, Apreciação e Análise do Audiovisual, Linguagens e Expressões Artísticas e Cinema e Educação. 

Anderson Costa – Professor de Sociologia Ensino Básico e Supeior. Doutor em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia (2019); . Atualmente realiza pesquisa na área da Sociologia da Arte, mais especificamente abordando questões referentes a música negra e de povos subalternizados. Membro dos grupos de pesquisas Representações Sociais: arte, ciência e ideologia (Departamento de Sociologia da UFBA) e Periféricas (Departamento de Sociologia da UFBA).

PALESTRANTES 7ºA

Tiago César dos Santos – Há 27 anos trabalhando com gestão de empresas e projetos de impacto social, com destaque para o núcleo de ações afirmativas do Esporte Clube Bahia e a campanha do Presidente Lula (em 2022)

Gabriel Ribeiro de Oliveira – FALTA MINI CURRICULO

Rafael Dantas. Historiador, professor e mestre pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Pesquisador na área de cultura material, patrimônio, artes plásticas e iconografia; com ênfase na divulgação da Cidade do Salvador e Bahia no Brasil e no mundo. Também é consultor de assuntos históricos, culturais e políticas públicas. Colunista em diversas revistas e jornais baianos sobre patrimônio, história e turismo

PALESTRANTES 7ºB

Lena Lois – psicóloga, psicanalista, mestre em estudos de linguagem, com a pesquisa voltada para a literatura,  Infantil enfatizando os aspectos  afetivos que fazem parte do ato de ler. Já ministrou alguns cursos e palestras sobre o assunto.

Saulo Dourado é professor e escritor. É autor de livros juvenis como Amar é uma Conexão Discada, adotado pelo PNLD Literário do MEC e distribuído em bibliotecas escolares de todo o país, com mais  de 120.000 exemplares rodados. Tem mestrado em Filosofia pela UFBA e já deu aulas na educação básica e no ensino superior. Atualmente, é professor de Filosofia e Sociologia do Colégio Oficina e colaborador do Jornal Correio.

PALESTRANTES 7ºC

Flávio VM Costa é editor-chefe do Intercept Brasil. Formado pela Universidade Federal da Bahia, é autor de centenas de reportagens investigativas sobre corrupção no Judiciário e na política, crime organizado e violações de direitos humanos.

Trabalhou como repórter dos jornais Correio e A Tarde, ambos de Salvador, e das revistas Imprensa e IstoÉ. Colaborou com a equipe de comunicação do Museu Afro Brasil. Fundou e dirigiu o núcleo investigativo do UOL. Vencedor de mais de uma dúzia de prêmios jornalísticos e literários, a exemplo do Prêmio Cláudio Weber Abramo de Jornalismo de Dados, do Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos e do Prada Feltrinelli Prize. Foi nomeado duas vezes para o Prêmio Gabo de Jornalismo.

É autor dos livros de contos “Caçada Russa”, publicado pela Penalux em 2016, e “Você morre quando esquecem seu nome”, publicado em 2020 pela Bissau.

Celso de Morais – Advogado, filósofo, escritor, palestrante, especialista em Segurança Digital, Governança e Gestão de Dados, sócio fundador do Escritório Morais & Advogados – escritório especializado em Direito Digital, Direito Civil, Advocacia Empresarial, com foco em Telecomunicações e ISP. Autor dos livros: Desmistificando a LGPD: entenda como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais pode ser aplicada no dia a dia das empresas e das pessoas; O Impacto do Avanço Tecnológico no Relacionamento Interpessoal, Intrapessoal e na Privacidade dos Indivíduos e, co-autor do livro Direito Privado – Concepções Jurídicas sobre o privado e o particular, 6a Edição, pela Editora Dialética. 

Lilia Gramacho Psicóloga clínica, Analista Membro do Instituto de Psicologia Analítica da Bahia – IpaBahia / AJB e IAAP – International Association for Analytical Psychology, com formação em atendimento a casais. É também Jornalista, Pós-Graduada em Comunicação de Marketing, pela ESPM-SP e em Roteiro para cinema e televisão. Atuou como Gerente de Produção e Criação de programas televisivos. Autora dos livros infanto-juvenis O Filho do Meio (Formato) A Menina que Não Gostava de Ler (Aeroplano), Camila e o Espelho e Uma família pra lá de diferente (Solisluna). Alguns dos seus livros e contos ganharam prêmios em editais como Edital para Curta Metragem de Ficção Infanto-Juvenil do Ministério da Cultura, Prêmio Myriam Muniz, e o Off Flip. Idealizadora do @lingua_versa , página no  instagram ligada a literatura e do Clube de Leitura Linguarudos.

PALESTRANTES 8ºA

Murilo Gitel é jornalista há 15 anos. É graduado em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela UniJorge e pós-graduado em Meio Ambiente e Sustentabilidade pela Universidade Estácio de Sá. Tem experiência em televisão, rádio, assessoria de imprensa, revistas, jornais e sites de notícias. Desde 2017 atua como repórter especial do Jornal CORREIO. Em 2019, criou o Notícia Sustentável, atualmente o único site de notícias da Bahia especializado em sustentabilidade. Já trabalhou em veículos como TV Educativa da Bahia, Jornal da Metrópole, EcoD, Revista B+, Agência Eco Nordeste, Revista Let’s Go, Jornal CORREIO e Notícia Sustentável. Conquistou três prêmios TOP Blog de jornalismo (2008-2009 e 2011), um Prêmio Sebrae (2015) e um Prêmio de Boas Práticas Sustentáveis (2019). É membro da Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental (RBJA). 

Cleidiana Ramos é jornalista pela Facom Ufba; mestra em Estudos Étnicos e Africanos pelo Pós Afro- FFCH-Ufba; e doutora em antropologia pelo PPGA- FFCH-Ufba. Atua como professora visitante na Uneb-Campus XIV-Conceição do Coité.   Foi repórter do jornal A TARDE de 1998 a 2015 com coberturas especializada no campo das relações étnico-raciais, culturas e religiões; Como pesquisadora atua em áreas de memória, cibercultura e antropologia da festa. Atualmente coordena dois projetos em memória social no Grupo A TARDE: coluna A TARDE Memória e REC A TARDE, canal do Youtube e realiza a curadoria do Cedoc A TARDE.

PALESTRANTES 8ºB

Cristiano Gobbi é jornalista, formado pela Universidade de Passo Fundo, Rio Grande do Sul e Pós-graduado em Psicologia Positiva pela PUC/RS. Tem mais de 20 anos de experiência na imprensa escrita e em reportagem audiovisual para telejornais em rede das principais emissoras do país (Globo, Band e SBT). Foi editor-chefe na TV Record e produz roteiros de filmes institucionais para empresas e microsséries culturais. Trabalhou como produtor executivo em projetos artísticos internacionais. Atuou como repórter e produtor em campanhas políticas para o governo da Bahia e Presidência da República. Seu trabalho mais recente é a série de TV BR 21, rodada em sete estados sobre os desafios da infrainstrutura do país. 

SAULO MIGUEZ: Jornalista formado pela Universidade Federal da Bahia (FACOM/UFBA), sou redator, repórter e autor do Livro Ramal 1052 e Outras Histórias de um Repórter Diário. Tenho experiência em jornal impresso e digital, além de assessoria de imprensa e trabalhos em agências de comunicação. 

PALESTRANTES 8ºC

Emanuel Dias (Manu Dias) – No ano de  1978, Manu Dias, estudante de desenho da escola de belas artes da UFBA descobre o silkscreen em seguida o fotolito, e inevitavelmente a fotografia. Ele passa a registrar os movimentos estudantil, sindical e social que se organizaram na luta contra a ditadura militar. Documentou o congresso de reconstrução da UNE, União Nacional dos Estudantes em 1979, UEB, União dos Estudantes da Bahia em 1981. Trabalhou na campanha de Governador de Roberto Santos pelo MDB 1982, Campanha de Mário Kertez para prefeito de Salvador pelo MDB 1985, Campanha de Waldir Pires para Governador PMDB 1986. Um ano depois foi para o Canadá, onde fez os cursos de fotografia criativa, e design para fotografia no Fanshway College. Em 1996 retorna ao Brasil, mergulha no mercado freelancer percorrendo as redações dos principais jornais diários, locais e nacionais. Convidado para o projeto de implantação da Agência A Tarde em 2002, permaneceu até 2004, de onde saiu para  abrir a sua própria agência de fotografia, a Bahia Fotos, com contrato de exclusividade com a Agência Estado de São Paulo, atendendo todo o nordeste. Em 2005 começa a trabalhar na pré campanha do candidato a governador Jaques Wagner. De 2007 até o momento, Manu coordena a editoria de Fotografia da Secretaria de Comunicação do governo do estado da Bahia, disponibilizando fotos em diversas plataformas  produzindo informação pública, acessível e de qualidade, sendo também um celeiro de formação profissional de novos talentos no jornalismo de imagem. Ganhador de prêmios da Associação Baiana de Imprensa e do Prêmio nacional Banco do Brasil de Jornalismo de , Manu Dias participou de várias exposições fotográficas na Bahia, no Brasil e no exterior, em 2013 depois de ter visitado todos os 417 municípios do estado, publicou o livro Baianos,  sobre a formação étnica do estado da Bahia.

Do Piauí pra Bahia, Linda Bezerra,  é jornalista, formada pela Ufba, e adora boas histórias. Editora chefe, comanda a redação diversa do Jornal CORREIO desde 2016

Luciana Rosa. É formada em Jornalismo desde 2005, com especialização em Comunicação nas organizações. Atua há mais de 15 anos com assessoria de imprensa, jornalismo político, coordenação de comunicação em organizações públicas, e produção audiovisual. Já trabalhou na Assembleia Legislativa da Bahia, na Câmara Federal dos Deputados, e em secretarias e fundações do Governo Estadual da Bahia. Em 2019, criou a Se7e Assessoria Digital, que presta serviços de assessoria de imprensa, produção de conteúdo digital, comunicação corporativa e consultoria.

PALESTRANTES 9ºA

Juliana Gutmann. Professora do Departamento de Comunicação e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas da Universidade Federal da Bahia. Bolsista de Produtividade em Pesquisa 2 (CNPq). Coordena o Grupo de Pesquisa em Cultura Audio visual, Historicidades e Sensibilidades – CHAOS (https://www.chaos-ufba.com.br/).  Tem passagens profissionais pela Rádio Globo FM, MTV Brasil, Canal Futura. É autora dos livros “Formas do Telejornal: linguagem televisiva, jornalismo e mediações culturais” (2014), “Audiovisual em rede” (2021) e Performances em contextos midiáticos (2022). Leciona disciplinas, orienta e desenvolve pesquisas em torno das seguintes temáticas: linguagens do audiovisual; historicidades da comunicação; performances e redes sociais; cultura pop, televisão e novas ecologias do televisivo.

Iara Villaça. Mestre e graduada em Artes Cênicas pela UFBA (Interpretação Teatral), e Especialista em Metodologia do Ensino Superior, atua no cenário cultural como atriz, dramaturga/roteirista, pesquisadora, produtora cultural e educadora. Integrou os grupos É Companhia de Invenções Artísticas e Pra nós a máscara, atualmente é atriz brincante e fundadora da Cazumbá Companhia das Máscaras (os dois últimos de pesquisa sobre máscaras teatrais). Integrou a Cooperativa Baiana de Teatro, onde exerceu a função de Diretora Executiva. Foi coordenadora artística no Grupo de Apoio à prevenção à AIDS da Bahia (GAPA-BA). É também autora do livro “Cenas dos Próximos Capítulos: radionovelas do século XXI”.  Atuou nos seguintes espetáculos: Você me Conhece?, Pequenos Burgueses, Isto é bom demais!, Quem conto canta, cordel encanta (Prêmio Braskem de Melhor Espetáculo Infanto-Juvenil), Do lado de dentro do canto da Sereia, MPB-Mulher Popular Brasileira, Trilogia Memórias, Dois de Julho Futebol Clube, Embaixo do Céu.

PALESTRANTES 9ºB

Júlia Vitória Luz de Santana – Social Media

Fotógrafa, estudantes da UniFTC, 4ºlugar na ProUni para o curso de comunicação social publicidade e propaganda

Formada no colégio da polícia militar

Autora dos artigos: campo santo: a arte tumular em Salvador desde o século XIX – 2018 e Baiana de acarajé: Histórias de luta e importância cultural – 2019

Edmilson Vaz – Diretor comercial da band nordeste

José Pachêco – Jornalista e foi radialista e foi professor de rádio da faculdade de comunicação da UFBA

PALESTRANTES 9ºC

Humberto Sampaio – Humberto Sampaio é baiano, tem 53 anos e há 34 milita no jornalismo, onde ingressou ainda quando cursava o primeiro semestre da Faculdade de Comunicação da UFBa (Facom).

Como jornalista, esteve nas redações de quase todos os jornais soteropolitanos existentes nas últimas três décadas, mas é no rádio que vem atuando profissionalmente nos últimos anos.

Nos anos de 2003 e 2004 comandou a Rádio Educadora da Bahia (107.5 FM), onde criou programas que ainda hoje vão ao ar, como o Outros Baianos e o Educadora Blues. Também foi o idealizador e criador, junto com o maestro Tom Tavares, do Festival de Música da Educadora FM, o mais longevo festival de música de veículos de comunicação de massa do Brasil, que este ano está em sua vigésima primeira edição.
Foi fundador da ARPUB, Associação das Rádios Públicas do Brasil e o primeiro vice-presidente da entidade.

Escreveu e dirigiu os programas de rádio em três eleições presidenciais do Brasil e de Angola.

Foi o gerente de jornalismo da BandNews FM (99,1), emissora que só transmite notícias ao longo das 24 de programação. E, atualmente, é comentarista do Jornal BandNews, que vai ao ar de segunda a sexta entre 9h30 e 11h.

Renato Cordeiro. Baiano, formou-se em comunicação pela UFBA e trabalha no rádio há 17 anos. Na Band News FM, assinou séries como “Amado Jorge – Os Cem Anos do Maior Escritor Baiano” (2012), tendo entre os depoentes João Ubaldo Ribeiro, Gilberto Gil e Mário Cravo Jr. e, com Silvana Oliveira, “Carnaval da Bahia”, vencedora do I Prêmio Petrobras de Jornalismo (2013). Produtor do Especial das Seis da Educadora FM (2011-2015), criou e dirigiu a série “Bethânia, Palco e Poesia”, apresentada por Maria Bethânia. Mediou mesas literárias na Flipelô (2018 a 2021), FARPA (2019), Flin (2019 e 2022) e Felica (2020 e 2021), com autores como Itamar Vieira Jr., Antonio Torres, Ruy Castro, MV Bill, Clarice Freire e Saulo Dourado. Coordenou a Comissão Especial Julgadora do Festival de Música Educadora FM (2019). Desde 2017, apresenta o programa Multicultura, da Educadora FM.

Vitor Pinto

PALESTRANTES 1ªA

Mariana Moreno é atriz, locutora e criadora da Baú Produções Artísticas. Graduada pela UFRJ, tem formações complementares pela CAL (RJ) e FUNCEB (BA); é mestranda em Cultura e Sociedade pela UFBA; atriz e pesquisadora da ATeliê voadOR Teatro.

Com 25 anos de carreira, tem no currículo mais de 15 espetáculos teatrais e 02 assistências de direção. No audiovisual, além da participação em diversas campanhas publicitárias, atuou na novela portuguesa Valor da Vida, nas séries Balaclava, A lei do riso , Botecam e SPA das Tartarugas, nos longas Nina e Oceano e na série digital O mundo acabou?.

Outras experiências em vídeo e teatro-filme: Uma mulher impossível (em casa), Alimentando as Feras e Escorpião.

Como locutora tem mais de 100 trabalhos já gravados e veiculados – radio e TV. 

Recebeu o Prêmio Braskem de Melhor Atriz (2017), por duas vezes o Prêmio de Melhor Atriz no Festival Nacional de Teatro do Piauí (2017 e 2019) e o Prêmio Especial no Festival Nacional de Teatro do Paraná (2017). 

Gildon Oliveira Doutor e Mestre em artes cênicas pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia (UFBA) tendo como linha de pesquisa a dramaturgia. Especialista em Roteiros para Audiovisual. Atua nas áreas de pesquisa, ensino, consultoria e criação artística. Desenvolve dramaturgia para Teatro, Cinema e Televisão desde 2008. Trabalhos em destaque: – Oficina de Teledramaturgia para Novos Autores da Rede Globo (2010) – Café e Outras Pessoas (2011) – Concurso Público de Apoio ao Desenvolvimento de Roteiros Cinematográficos Inéditos de Longa Metragem de Ficção para Roteiristas Estreantes – Ministério da Cultura –Projeto – Concurso Nacional de Roteiros de Aguinaldo Silva (2013) finalista com o roteiro de longa-metragem “Na Boca do Mundo, A Boca da Serpente”. – Crimes Bizarros – A Lei do Riso criação e roteirização de série de ficção para TV ARATU afiliada da Rede SBT (2018). Realização: Movioca. Disponível na AMAZON. – Beleza da Noite – Criação e roteirização do especial integrando o Programa de Expansão de Teledramaturgia GLOBOPLAY (2022)

PALESTRANTES 1ªB

Armando Castro

PALESTRANTES 2ªA

Caio Cézar

Rafaela Bandeira

– Formada, com muito orgulho, no Oficina!
– Bacharela em Comunicação e Marketing pela Unifacs

– Pós-graduada em Marketing Estratégico, Branding e Mídias pela ESPM

– Atualmente, sou Gerente de Conteúdo na agência Forrest, onde já atendi contas como Coca-Cola, Festival de Verão e Unijorge.

– E, além disso, possuo minha própria agência focada em Marketing Gastronômico, onde atendo alguns restaurantes de Salvador como Soho, Lafayette e Pepo.

PALESTRANTES 2ªB

Saulo Moreira professor de Sociologia

Marcelo Faria é professor de Geografia.  Tem mestrado em Geografia pela USP e Doutorado em Educação pela FACED – UFBA.

Trabalhou no Colégio Oficina como professor de Geografia e promovendo atividades como o Concurso de fotografia, Conesco e Oficina in concert.

Durante muitos anos foi professor da educação básica e hoje atua como professor no departamento de Educação da UEFS – BA. Coordena o projeto de pesquisa Carta-imagem: uma cartografia das experiências imagéticas, no qual investiga aspectos ligados às imagens, às interfaces da arte com a educação, além de aspectos ligados à epistemologia da Geografia escolar. Coordenador do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência da CAPES.

PALESTRANTES 3ª SÉRIE

Giovanni Rolla é professor de filosofia da Universidade Federal da Bahia, doutor, mestre, bacharel e licenciado em filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. É membro dos programas de pós-graduação em Filosofia e em Ensino, Filosofia e História das Ciências (ambos na UFBA), possui dezenas de publicações, várias delas de reconhecido alcance internacional, que versam principalmente sobre filosofia das ciências cognitivas, sobre filosofia da cognição e sobre teoria do conhecimento.

Lívia Veiga. Mestre em Administração (Unifacs), é especialista em Comunicação Corporativa (Unifacs), tem formação executiva em Marketing Digital (FGV) e graduação em Administração (UFBA) e em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo (FTC). Atualmente, exerce a função de professora de graduação dos cursos de Comunicação & Artes e Gestão & Negócios (Unifacs/Ânima Educação). Na área acadêmica, tem como linha de pesquisa o gerenciamento de crises em ambiente digital e possui artigos publicados nas divisões de marketing, administração da informação, gestão estratégica e gestão de pessoas. Sua trajetória profissional é marcada por mais de uma década de experiência em comunicação, com passagens por jornais impressos, produção de TV, rádio, além de agências de comunicação e de marketing digital.

Pesquisa aponta que jovens são mais suscetíveis a Fake News

Muito se tem debatido sobre os riscos envolvidos nas práticas de disseminação de notícias falsas – as chamadas “Fake News” -, tão comuns nos tempos em que vivemos.

Recentemente, pesquisadores da Universidade de Cambridge desenvolveram um teste para avaliar a capacidade de uma pessoa diferenciar Fake News de notícias verdadeiras, que foi apresentado como o primeiro cientificamente validado para este fim.

A partir deste teste, um estudo com 1516 adultos foi conduzido nos Estados Unidos em parceria pela Universidade de Cambridge e o instituto YouGov de pesquisas, chegando a um resultado inesperado: os jovens, mesmo sendo nativos digitais, possuem menos habilidade de identificar notícias falsas do que pessoas de mais idade.
O método, chamado MIST (“Misinformation Susceptibility Test”, que significa “Teste de Suscetibilidade à Desinformação”) é resultado de dois anos de experimentos com mais de 8 mil participantes e consiste em apresentar aleatoriamente um conjunto de 20 manchetes aos participantes, sendo 10 delas reais e 10 falsas, para que pudessem discriminar quais eram fake news e quais não eram.

O resultado surpreendeu: apenas 11% dos jovens entre 18 e 29 anos acertaram ao menos 16 das 20 perguntas, sendo que 36% erraram dez ou mais. Entre os respondentes acima de 65 anos, contudo, 36% conseguiram uma pontuação alta, e menos de 9% tiveram desempenho abaixo de 10 opções corretas. 

Mas quais poderiam ser os motivos por trás deste resultado alarmante? Especialistas apontam alguns deles:

Exposição constante e intensa às redes sociais, que são plataformas muito propícias para a disseminação rápida e viral de informações, incluindo notícias falsas.

Menor experiência e conhecimento para identificação e avaliação da veracidade das informações disponíveis online, uma vez que ainda estão em processo de desenvolvimento de habilidades de pensamento crítico e podem ser mais propensos a acreditar em notícias falsas sem questioná-las.

Além disso, os jovens tendem a compartilhar conteúdo online (especialmente aqueles que despertam interesse ou emoções fortes), de forma mais rápida, impulsionados pela emoção, o que contribui para a propagação das notícias falsas.

É claro que ninguém está imune às Fake News, sendo necessário combatê-las em todos os âmbitos.

A pesquisa lança luz, contudo, sobre a urgência de se tratar sistematicamente do assunto com nossos jovens.  

Não à toa o Colégio Oficina elegeu a “Comunicação” como Tema do Ano 2023, compreendendo a alfabetização digital e a educação midiática como ferramentas fundamentais para ajudar nossos meninos e meninas a desenvolverem habilidades críticas, ampliarem o repertório de fontes confiáveis, reconhecerem sinais de notícias falsas e tornarem-se, assim, usuários mais conscientes, protegidos, informados e éticos.

* Para ter acesso a mais informações e realizar o teste desenvolvido pela Universidade Cambridge, clique aqui (https://yourmist.streamlit.app/) (disponível apenas em inglês)

OFICINA DE FAMÍLIAS – Palestra com a Safenet 

No dia 08 de março, ocorreu a primeira Oficina de Famílias, com o tema Internet: Terra com lei – Nossos/as filhos/as seguros online? 

Para tratar do assunto, convidamos a Safernet, Organização Não Governamental, sem fins lucrativos, que trabalha para promover a conscientização de como usar a Internet de maneira livre e segura, sempre resguardando os princípios da liberdade e dos Direitos Humanos.

Os pais, mães e responsáveis acompanharam e fizeram perguntas durante a palestra do profissional Rodrigo Nejm. Doutor em Psicologia pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), atua desde 2017 como diretor de educação na Safernet Brasil, responsável pela criação de materiais pedagógicos para promoção da cidadania digital. Membro do Grupo de Pesquisa em Interação, Tecnologias Digitais e Sociedade (GITS/UFBA) e colaborador nos grupos de especialistas das pesquisas TIC Kids Online e TIC Educação do CETIC.br/CIG.br desde 2010.

Os tópicos abordados foram Cidadania Digital e Comportamento Online, Segurança Digital e Liberdade de Expressão x Fake News. O debate oportunizou importantes reflexões, além de apresentar dicas práticas de segurança no uso da internet para adolescentes e jovens. 

Para Rodrigo, o uso consciente da internet é algo que precisa ser ensinado, não apenas como um “extra”, mas como um complemento da formação escolar. “O nosso mundo hoje é digital, então crianças e adolescentes precisam ser habilitadas para desfrutar desse mundo dos recursos digitais com segurança, capacidade crítica, discernimento e com autocuidado”, afirmou. 

Os Riscos

Cada vez mais as nossas relações e atividades presenciais e digitais se confundem. Usamos a internet para trabalhar, nos relacionar com familiares e amigos, para consumir entretenimento, estudar, jogar, fazer compras e etc. Com crianças e jovens, essa interação online é ainda mais presente, e já faz parte da forma como se relacionam com o mundo. Por isso é fundamental possuir noções básicas de proteção de privacidade e dados pessoais. 

Rodrigo apontou os principais riscos associados ao uso não consciente da internet. São eles: 

  • Exposição de dados sensíveis (documentos pessoais, endereço, informações de cunho íntimo e etc.);
  • Contato com pessoas mal intencionadas e/ou potenciais criminosos como predadores sexuais, golpistas, ou aliciadores;
  • Contato com grupos de ódio e cyberbullying, que podem levar tanto ao risco de sofrer ataques virtuais, quanto de cometer ataques por falta de acompanhamento adequado e noções de bom comportamento digital;
  • Pressão social estimulada pela percepção equivocada de estilos de vida, padrão de beleza e comportamento, que colocam em risco a saúde mental dos usuários da rede.
  • Risco de exposição a conteúdos sexuais, sobretudo quando é a única fonte de  informação sobre o tema, além da exposição e sexualização precoce de crianças e adolescentes. 
  • Publicidade direcionada a crianças, que pode formar valores e identidades baseadas em padrões negativos de consumo. 

Para Rodrigo, é preciso trabalhar com esses temas frequentemente, nas escolas e pelas famílias, para promover o uso consciente da internet e prevenir os riscos.

Principais Recomendações

Para famílias: Conheçam as vidas digitais de seus filhos. Joguem junto os jogos favoritos, conheçam as redes sociais que eles navegam, de preferência antes de julgar e opinar. Quando a conversa parte da crítica, não há como estabelecer pontos de contato sem que haja desconforto e um comportamento defensivo, que pode afastar pais, mães e responsáveis de adolescentes e jovens que precisam de orientação. 

Faça em família um check-up de segurança digital: Use e conheça as ferramentas de proteção de privacidade e de segurança. Entre nas redes que você usa, e nas configurações configure controle de bem-estar e parental, e ative os recursos de proteção de dados. 

Conheça os canais de denúncia: É importante saber como denunciar, a quais órgãos recorrer para buscar ajuda, e estar ciente da legislação vigente sobre crimes virtuais. Essas informações sobre canais de denúncia e sobre as leis que atuam sobre crimes virtuais estão disponíveis no canal do YouTube do SafeNet (link abaixo) e também no site da organização: https://new.safernet.org.br/ 

Notícia recente

O Ministério da Justiça e Segurança Pública, em parceria com SaferNet Brasil, criou um canal exclusivo para recebimento de informações sobre ameaças e ataques contra as escolas. Essa é uma das ações da Operação Escola Segura que deu início na última quinta-feira (6/4). Todas as denúncias são anônimas e as informações enviadas serão mantidas sob sigilo: https://www.gov.br/mj/pt-br/escolasegura 

Quer saber mais? Conheça a playlist de vídeo aulas disponibilizadas no YouTube da SafeNet, e comece a aplicar as recomendações.